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Rebelo de Sousa promete servir a todos os portugueses "sem discriminações"

Rebelo de Sousa promete servir a todos os portugueses "sem discriminações"

O ganhador das eleições presidenciais portuguesas deste domingo, o conservador Marcelo Rebelo de Sousa, prometeu que será o presidente "de todos os portugueses e portuguesas" e servirá todos "por igual e sem discriminações".

"Não há vencedores nestas eleições presidenciais", nas quais "foi o povo que me honrou" com seu apoio, afirmou em seu primeiro discurso como presidente eleito e perante dezenas de simpatizantes na faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
A escolha desse lugar foi "de natureza afectiva", disse o conhecido como 'professor Marcelo', antes de lembrar que "esta casa fez de mim muito do que sou".
Após lembrar que o actual é um momento complicado, "de incerteza e desafio", Rebelo de Sousa lançou uma mensagem promissora, ao afirmar que "temos que actuar com prudência para minimizar os riscos" e para crescer de forma sustentável, criando ao mesmo tempo justiça social.
"Temos que corrigir as injustiças que a crise agravou", prosseguiu, em uma alocução na qual deixou clara sua vontade de entendimento e diálogo com o actual governo socialista.
O presidente da República, disse, é o primeiro que quer um governo eficiente e com sucesso".
"É hora de refazer Portugal. Viva Portugal", concluiu o claro vencedor do pleito de hoje no qual, com mais de 95% dos votos apurados, conseguiu 52% de apoio, proclamando-se presidente sem necessidade de concorrer a um segundo turno.
A segunda posição ficou com o ex-reitor da Universidade de Lisboa, António Sampaio da Nóvoa, considerado próximo ao Partido Socialista, com 22% de preferência.
A grande derrotada destas eleições presidenciais foi a da socialista Maria de Belém, que segundo as pesquisas terminaria na terceira posição com cerca de 16% dos votos, mas acabou em quarto lugar, com apenas 4% de apoio.
Já a grande surpresa foi a eurodeputada Marisa Matías, do Bloco de Esquerda -formação vinculada com Podemos e Syriza no parlamento Europeu-, que ficou na terceira posição com cerca de 10% dos votos. Fonte: EFE

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