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Chefe da diplomacia proibido de sair da Guiné-Bissau

Chefe da diplomacia proibido de sair da Guiné-Bissau

O chefe da diplomacia guineense, Mário Lopes da Rosa, foi proibido de se ausentar do país por investigacões sobre o alegado envolvimento em venda de licenças e carregamentos de peixe durante o governo de transição.

Ao ex-titular das Pescas, Mário Lopes da Rosa foram aplicadas medidas de caução em mais de 100 milhões de francos CFA.
Fontes da Procuradoria Geral da República revelam que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação e das Comunidades foi ouvido ainda esta terça-feira no Gabinete de Luta contra Corrupção e Delitos Económicos.
Mário Lopes da Rosa, segunda as fontes, foi solicitar a devolução do seu passaporte para uma missão no exterior.
O Ministério Público retirou ao ministro Lopes da Rosa o passaporte diplomático, tendo-o proibido de se ausentar do país.
Foram-lhe aplicadas também medidas de caução económica em mais 100 milhões de francos CFA.
As fontes do Ministério Público dizem o Chefe da Diplomacia é investigado no caso de atribuição de licenças de pesca e descarga de pescado durante o governo de transição.
Também o Secretário de Estado da Juventude, Cultura e Desportos, Tomás Gomes Barbosa, foi ouvido no Ministério Publico por alegado descarregamento de peixe mal parado quando exercia funções de Secretário de Estado das Pescas no Governo de Carlos Gomes Júnior.
Isso depois do Secretário de Estado da Cooperação e das Comunidades, Idelfrides Fernandes, ter sido detido por algumas horas, na sequência das investigações sobre a alegada venda de passaportes diplomáticos e de serviço, também no período de transição.
Uma situação preocupante comentada pelo Chefe do Governo durante as celebrações do primeiro aniversário do executivo.
Domingos Simoes Pereira fala em 12 membros do governo já convocados no Ministério Público.
O chefe do governo afirma-se confiante na justiça numa altura em que já se fala em remodelação governamental.
Fonte: RFI

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