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B.B. King, uma vida dedicada ao blues

B.B. King, uma vida dedicada ao blues

B.B. King, que morreu na quinta-feira (15) aos 89 anos, foi uma das últimas lendas do blues, gênero ao qual se dedicou desde o fim dos anos 40 e que continuou a promover nos palcos quase até a morte, sempre ao lado da fiel guitarra, "Lucille".

Afectado por problemas de saúde, B.B. King foi internado no início de Maio em Las Vegas por uma desidratação, segundo a filha Patty King.
"O Rei do Blues", como era conhecido em todo o planeta, levou uma vida de turnês sucessivas, conquistando o público dos quase 100 países em que se apresentou com sua guitarra e canções de amor e de angústia como "The thrill is gone" e "How blue can you get".
Artista renomado, de voz rouca, King conseguiu encantar todo tipo de audiência: do tradicional público afro-americano até os fãs de música pop e de rock.
King chegou a fazer quase 300 shows por ano e foi o músico de blues que mais prémios Grammy recebeu na carreira, 15.
Por seu senso do espectáculo e sua carreira prolífica, talvez seja o músico de blues que mais influenciou o rock. Referência para Eric Clapton, King também abriu shows para os Rolling Stones em 1969 e para o U2 em 1989, conseguindo aproximar o blues de todas as gerações.
Apesar da diabetes crónica e de um problema nos joelhos que não permitia que tocasse de pé, B.B. King explicou em uma entrevista à AFP em 2007 que sua "doença" mais importante era chamada "preciso de mais". Ele prometeu tocar "até a morte".
Fonte: Uol

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