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Empresas portuguesas ganham contrato para recuperar casas na ilha do Fogo

As empresas portuguesas de construção civil Armando Cunha e Monte Adriano obtiveram um contrato para recuperar 110 casas construídas após a erupção vulcânica registada em 1995 na ilha do Fogo, em Cabo Verde, informou a agência noticiosa Lusa.

O contrato, no valor de 304 milhões de escudos (3,08 milhões de dólares), foi assinado em São Filipe e prevê a reparação de 70 casas em Monte Grande (Armando Cunha) e 40 em Achada Furna (Monte Adriano), sul da ilha, que nunca chegaram a ser utilizadas pela população afectada pelo vulcão de há 20 anos.
As casas a recuperar destinam-se a albergar outras tantas famílias de Chã das Caldeiras – planalto que serve de base aos vários cones vulcânicos da ilha, onde residiam cerca de 1500 pessoas – desalojadas na sequência da nova erupção vulcânica que sacudiu o Fogo entre 23 de Novembro de 2014 e 08 de Fevereiro deste ano.
O prazo de execução é de oito meses para as reparações em Monte Grande e de seis meses em Achada Furna.
A erupção vulcânica, uma das três registadas no interior da caldeira nos últimos 63 anos – 1951 e 1995 – destruiu Portela e Bangaeira, um pequeno casal no Ilhéu de Losna, uma extensa área de cultivo e infra-estruturas económicas, sociais e turísticas locais, prejuízos estimados pelo Governo em cerca de 50 milhões de dólares.
Fonte: Macauhub

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